24 de Março
Domingo de Ramos
Entrada triunfal de Jesus em Jerusalém

Cristo vai ao encontro da morte com liberdade de Filho. Saudemos com hosanas o Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Jesus, rei de Israel, hosana nas alturas!

9h00 Bênção dos Ramos (Praça da Cruz), Procissão em honra de Cristo Rei
(Av. Brasil) seguida de Santa Missa Solene.

Demais horários de missas: 8h00, 11h15, 12h30, 16h00, 17h00, 18h30 e 20h00

25 a 27 de Março
Segunda-feira a Quarta-feira
Entrada triunfal de Jesus em Jerusalém

Missas: 8h00, 12h00 (exceto segunda) e 17h30
Confissões: terça-feira, das 8h30 ao 12h; quarta-feira, 14h às 18h

28 de Março
Quinta-feira Santa
Cristo Sacerdote institui o sacramento do amor

“Por ser memorial da páscoa de Cristo, a Eucaristia é também um sacrifício. O caráter sacrifical da Eucaristia é manifestado nas próprias palavras da instituição: “Isto é o meu Corpo que será entregue por vós”, e “Este cálice é a nova aliança em meu Sangue, que vai ser derramado por vós” (Lc 22,19-20). Na Eucaristia, Cristo dá este mesmo corpo que entregou por nós na cruz, o próprio sangue que “derramou por muitos para remissão dos pecados” (Mt 26,28).” CIC §1365

10h00 Missa do Crisma com bênção dos Santos Óleos e renovação das promessas sacerdotais dos padres da Arquidiocese de São Paulo, presidida por S. EmciaRevma Cardeal Odilo Pedro Scherer, Catedral da Sé.

15h às 19h Atendimento de confissões (não haverá atendimento de confissões durante as celebrações da Semana Santa).

19h30 Missa Vespertina da Ceia do Senhor com Rito do Lava-pés e trasladação do Santíssimo Sacramento.

* Após a Santa Missa, vigília de adoração ao Santíssimo Sacramento até as 15h da Sexta-Feira da Paixão.

00h00 Celebração do Ofício das Trevas, Liturgia das Horas

29 de Março
Sexta-feira Santa, Paixão de Cristo
Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo

Dia de Jejum e abstinência de carne.

Haverá horas-santas e adoração ao Santíssimo Sacramento até as 15h e atendimento de confissões das 9h às 12h (não haverá atendimento de confissões durante as celebrações da Semana Santa).

15h00 Celebração da Paixão do Senhor, adoração da Cruz

17h30 Representação da Paixão e Morte de Cristo pelo Grupo de Jovens Divino Coração

18h45 Procissão de Nosso Senhor Jesus Morto e Nossa Senhora das Dores, com Via Sacra, até a Igreja Senhor Bom Jesus dos Passos

30 de Março
Sábado Santo
Cristo repousa no sepulcro, à espera da ressurreição

Como a semente confiada à terra, Cristo repousa no sepulcro, à espera da ressurreição. A Igreja vela junto ao túmulo do seu Senhor até a hora de celebrar a Sua ressurreição. De fato, também ela, a Igreja, espera a ressurreição no último dia.

19h00 Vigília Pascal na Noite Santa

31 de Março
Domingo de Páscoa
“Por que procurais entre os mortos Aquele que vive? Ele não está aqui; ressuscitou” (Lc 24,5-6).

“Vi Cristo ressuscitado, o túmulo abandonado. Os anjos da cor do sol, dobrado ao chão o lençol. O Cristo, que leva aos céus, caminha `a frente dos seus! Ressuscitou de verdade. Ó rei, ó Cristo, piedade!”

08h00 com Maestro Misiuk Coral e Orquestra
10h00 com Bevilacqua Coral e Orquestra
11h15 com Coral Baccarelli Multiartes
12h30 com Carla Coral e Camila Provenzale, soprano
16h00 com órgão
17h00
18h30 com Coro NSB
20h00 com Del Chiaro Coral e Orquestra

Catequese sobre a Semana Santa

A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, em que celebramos a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, é, para os cristãos católicos, a semana mais importante do ano, pois nela celebramos a paixão, morte e ressurreição de Jesus em um conjunto de celebrações que formam uma unidade denominada Tríduo Pascal.

O Tríduo Pascal, segundo os novos livros litúrgicos, começa na tarde de Quinta-feira Santa, com a missa na Ceia do Senhor, continua com a celebração da Paixão e Morte de Cristo, na Sexta-feira Santa e termina na tarde de Páscoa com as Vésperas solenes. O Domingo de Páscoa tem início na solene Vigília que se desenrola durante a noite do Sábado Santo.

O espírito do Tríduo Pascal tem sua origem nas linhas mestras da liturgia da Igreja primitiva. A primeira linha fundamental é a exigência de ligação entre a lembrança da Paixão e a Ressurreição.

A morte de Cristo já é sua entrada numa vida nova: a vida do Ressuscitado permanece a vida em que ele entrou superando a morte. Esta unidade dos dois elementos do Mistério Pascal indica ao cristão que não pode haver para ele uma vida de união com Cristo, sem morrer primeiramente a tudo o que constitui o velho mundo, ou seja, a vida no vício e no pecado, origem de todo o mal.

A segunda linha da liturgia pascal se percebe através do exuberante simbolismo das celebrações litúrgicas características do Tríduo sacro. A morte e a vida do Senhor se realizam novamente no mistério que implica em mais profunda morte ao pecado, renovação da nossa ressurreição para a vida da graça, nosso empenho mais firme na realização da nova criação que se vai efetuando no caminho de santidade de vida.

A Páscoa era a festa nacional de Israel, o povo eleito, lembrança da sua libertação da escravidão do Egito e constituição como povo de Deus.
A Páscoa permanece a festa do povo cristão; festa da vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, em que também comemoramos a nossa libertação da escravidão do pecado, a esperança da vida eterna, e a nossa constituição em povo santo, em sacerdócio real, a Igreja de Cristo.

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